Jordana Bevan

Agosto 15, 2012 § Deixe um comentário

Pensamentos aleatórios

Março 16, 2012 § Deixe um comentário

Espero ansiosamente pelo dia em que a minha vida será relatada através de um filme como aqueles que tanto admiro: a história em si não é boa, mas os personagens sim. Existirá aqueles traços constantes, a repetição de uma cena ou estilo, e não será poupado o orçamento para com o zoom. Tentaremos compensar economizando em figurinos, eu mesma não me importo de aparecer sempre com a mesma roupa, acho até mesmo que esse tipo de coisa é bem interessante, logo eu veria ao andar pela rua, uma série de outras garotas tentando imitar o meu casaco de couro que lembra alguma coisa faroeste ou ainda a minha blusa verde um tanto hippie. A trilha sonora ia ser só vertigem.

A verdade é que costumo me apegar demais as coisas que que fazem parte de cada momento em especial. No momento, sou tão Oliver Tate quanto fui Constance na minha época “Oscar Wilde”. De fato, eu queria poder viver tudo o que eu sinto, e como a única fonte que sucumbe a esses meus tais desejos é a imaginação, a leitura e a escrita, lá vou eu viver pela arte de me perder, até porque agora, mais do que nunca, estou tendo grandíssimo contato com a arte, e acho que isso deve ser aproveitado, nem que seja para me tornar ainda mais perdida e delirante, é pela primeira vez, que me sinto consciente desse estado, o mundo ganhou novas cores, talvez vermelho e dourado especificamente.

Filmes Para Relatar

Janeiro 24, 2012 § Deixe um comentário

Segue os trailers dos filmes que assisti nessas férias e um comentário bem pessoal a cerca de cada um deles:

J’ai Tué Ma Mère

A atuação das personagens principais (mãe e filho) é simplesmente excelente, foi um dos poucos filmes capaz de prender a minha atenção, até porque faço o tipo que se entendia facilmente, e com este filme, me senti bem inspirada se tratando de relações familiares, já que justamente esse filme trata da relação mãe – filho, relação essa que confesso ser bem delicada para mim.

Submarine

O filme me passou a sensação de ser numa visão geral, pouquíssimo admirável, mas que aos meus olhos adquirira uma certa magia ligada às coisas específicas. Específicas eu digo no sentido de: 1- O casaco vermelho da Jordana, que causava aos meus olhos admiração automática. 2- A narrativa e a personalidade do Oliver, inocente, puro e diferente na medida daquilo o que me é interessante. 3- O filme conta com praias desertas como cenário. 4- A trilha sonora. 5- O pai do Oliver me é fascinante. Enfim, existem um milhão de motivos específicos que faturam a minha mais profunda admiração para com esse filme.

The Aviator

É difícil falar deste filme e ainda assim soar natural, este filme fora, sem dúvidas uma das obras primas do Leonardo DiCaprio, a quem eu já admirava, mas que depois deste filme tornara-se meu ator favorito. E como se não bastasse, a trilha é magnífica, o figurino é impecável, e nem mesmo a fotografia deixa a desejar! Isso sem dizer o quanto o roteiro é fabuloso.

Total Eclipse

Mais um filme que me faz ter o DiCaprio como ator favorito. Neste ele interpreta fabulosamente o poeta Arthur Rimbaud, juntamente com David Thewlis no papel de Paul Verlaine. É claro que como sempre, mentiram e omitiram alguns detalhes ao que remete a vida dos dois poeta, mas o filme não me deixou de ser completamente fascinante.

Premonição

Não foi um filme surpreendente, mas o assisti com o meu pai e não existe nada que eu goste mais que assistir filmes com ele, eu não sei, tenho a sensação de que apenas nesses momentos nos tornamos íntimos de verdade, então o filme em si não faz muita diferença. Isso sem contar que, depois de Pretty Woman, Sandra Bullock não precisa impressionar muito mais.

Scarface

Tive a maldita sensação de “onde eu estive esse tempo todo que ainda não assisti esse filme?”. Quase chorei de tão empolgada com a cena final do filme, o que se compara com a minha emoção em cenas mais violentas de O Poderoso Chefão, mas essa comparação já é velha e por falar nisso não posso deixar de citar o qual irônico é ver Al Pacino dizer que detesta os “malditos mafiosos italianos”.

The Truman Show

É um filme bem emocionante, na medida que se espera com a atuação do Jim Carrey, mas devo assumir o quanto o final me abalou, o disparate dele para com a vida real depois de jogar toda a sua vida pelo lixo, pior, descobrir que toda a sua vida na verdade não aconteceu e de repente, passar a vivê-la. Procuro agora, menos indícios de que a minha vida possa ser falsa, o pavor de me deparar com a resposta me aflige demais pra isso.

Elvis – Paradise Hawaiian Style

Me dei de presente o box de musicais do Elvis Presley edição de aniversário e como se eu já não tivesse assistido a todos os filmes milhares de vezes, achei que simplesmente deveria incluir este aqui pela quantidade de vezes que o assisti. O Elvis é simplesmente fantástico, e como meu pai costuma dizer: foi o cara mais lindo que já existiu haha. Nisso eu devo concordar plenamente, está aí minha tatuagem que não me deixa mentir o fascínio.

The Great Dictator 

O assisti por recomendação da Vitoria e não preciso dizer o quão satisfatório me foi. Devo assumir que fiquei particularmente afetada em algumas cenas, cuja a eloquência simbólica fora muitíssimo bem representada. Gostei muito também do previsível final e da beleza como se encerrou. Mas não posso me esquecer que antes de tudo, estamos falando de Chaplin.

Where Am I?

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