Jordana Bevan

Agosto 15, 2012 § Deixe um comentário

Heathers

Junho 25, 2012 § Deixe um comentário

Hoje assisti a um filme que tende a ser o meu novo favorito.
Um pouco de psicopatia, garotas bonitas, mortes, revólver, um casal e anos oitenta.

lo li ta

Março 12, 2012 § Deixe um comentário

Lolita, luz de minha vida, labareda em minha carne.
Minha alma, minha lama. Lo-li-ta: a ponta da língua descendo em três saltos pelo céu da boca para tropeçar de leve, no terceiro, contra os dentes. Lo. Li. Ta.
Pela manhã ela era Lô, não mais que Lô, com seu metro e quarenta e sete de altura e calçando uma única meia soquete. Era Lola ao vestir os jeans desbotados. Era Dolly na escola. Era Dolores sobre a linha pontilhada. Mas em meus braços sempre foi Lolita.

Por Constance e seu constante contato com esse livro.

Brilho Eterno de Uma Tarde Chuvosa de Sábado

Fevereiro 26, 2012 § Deixe um comentário

Não, não existe de fato o sentimento de contentamento humano. Não existe a amplitude do seu conformismo para com sua posição diante do mundo. Não existe felicidade crônica, não existe autenticidade, não existe o fim da agonia Não existe verdade, mal existem os sentimentos, programamo-nos para melhor adaptação de nossas próprias prioridades superficiais. Não existe linha de chegada para os nossos desejos, não existe ponto final para o nosso descontentamento. Estamos todos lutando contra nós mesmos numa corrida infinita em direção as nossas falsas noções de felicidade. Sempre que alcançamos um objetivo, seja qual for, colocamos a nossa frente, outro, ainda mais impossível e terrivelmente inalcançável, tudo pelo simples âmbito de nos sentirmos insatisfeitos com a nossa própria capacidade. A pior coisa em sofrer esse mal, é saber sofrê-lo.

Sábados, à tarde e chuvosos costumam ser, para mim, muito mais melancólicos do que qualquer outro dia. Talvez não por coincidência, todas as vezes em que esses dias chegam, me sinto estranhamente sozinha, tudo se esvai e o que permanece é uma lembrança solitária de tudo aquilo que está distante. Eu sinto como se eu mesma houvesse me abandonado, sinto-me estranhamente dentro de mim, pura, livre e suspensa.

Costumam dizer que nos dias ruins a tendência é de que tudo dê errado, essa concepção é tão relativa… Hoje o dia não foi em todo ruim. Foi um dia triste. Um dia solitário de eu mesma. O amaciante terminou quando fui lavar roupa, a carne queimou, o bolo embatumou, houve uma pequena lagoa dentro de casa devido as goteiras, mas economizei água lavando roupa, os riscos da carne mal passada foram eliminados, o bolo ficou parecendo um pudim e a lagoa molha meus pés, deixando-os refrescados. Meu dia só foi melancólico. Um daqueles dias que nos prendem a esse tipo de sentimento. Existe, no entanto, dias pressupostos a melancolia, como hoje. Dias em que as coisas que dão errado insistem em nos causar um grau quase infantil de frustração, apenas para vermo-nos sorrindo diante da nossa própria falta de sorte e talvez sorrindo ainda mais embaraçosamente por sorrirmos sozinhos. É uma melancolia profunda, é um sentimento delicado e muito sensível, algo que nos dá a impressão de ser e não ser simultaneamente. Um daqueles dias em que simplesmente achamos que deveríamos estar vivendo qualquer outra coisa, em qualquer outro lugar, com alguém, é inclusive nestes momentos em que sentimos a simples falta de alguém. São nesses dias principalmente que achamos que a nossa vida está sendo desperdiçada e rimos, sim, nós rimos por estarmos sós e não podermos fazer absolutamente para mudar isso, ainda assim, existe um contentamento patético que nos diz estar pensando bobagens, o que nos torna ainda mais frustrados pela falta de atitude e indiretamente pela auto-aceitação de sermos aquilo o que não gostaríamos de ser, com o fundo melancólico da chuva e de um piano que serve para te alimentar daquele seu estado de espírito. De qualquer forma, eu gosto de me sentir assim. Me faz escrever coisas que eu julgo profunda, me faz gostar da minha reação diante de situações tão rotineiras, me faz me orgulhar da minha visão analítica para com essas coisas e dar a elas um fim poético. A melancolia é como ar de sonho em meio à realidade, transforma uma tarde de sábado em um vertiginoso sentimento. É uma doce tristeza que eu gosto de sentir nos dias chuvosos de sábado. Enquanto tomo meu café com canela e rio da minha solidão, ainda frustrada por rir sozinha. Existe uma linha tênue entre a felicidade e a tristeza. Nesses dias de sábado, eu me deito de olhos fechados sobre essa linha.

Tal tipo de melancolia costuma vir em temporadas, mas sempre quando vêm, habituo-me a entregar-me a ela. Tudo aquilo o que a estimula, direta ou indiretamente, eu utilizo para compor o meu dia. Esta manhã de sábado, para mim, ainda na cama, representava tal sensação, mas inconscientemente, me ocorreu de assistir a um filme que marcou significantemente a impetuosidade desta sensação. E é ai que surgem as coincidências que quase me fazem querer acreditar na palavra “destino”. Porque eu assisti a aquele filme, hoje? Percebi que existe tanto de mim naqueles personagens! Ambos! Tanto! Por um momento me perdi em mim mesma, sem saber quando ou quem eu já havia apagado da memória e quantas vezes… tudo isso sem nem mesmo ter ido à uma clínica, tudo isso sem nem mesmo a realidade existente no filme! E o que mais do que tudo me afetou, foi o simples fato de entre essas pessoas já esquecidas, não restar um “que” sequer de arrependimento, tampouco imaginar uma só pessoa por quem, em longo prazo, eu não faria essa cirurgia. Tudo se trataria de fazer novas amizades e como eu, ainda por cima, sou péssima com tal atitude, me afundaria mais e mais no profundo poço dos meus próprios desejos. Eu não sei, esse foi, talvez, apenas um dos meus muitos pensamentos relacionados ao filme. Eu gostaria de assisti-lo novamente, eu gostaria de ter um acompanhamento psicológico acerca da minha reação e motivos, mas a incerteza que me faz encontrar tantas ramificações talvez me ajude a chegar a algum lugar, mesmo que eu já saiba que no fundo, no fundo, tudo isso se trata de mera questão de solidão confortável a qual eu me adaptei. É vergonhoso, mas enquanto eu ainda não providenciei um caderno para ter como diário, não importa, o texto é grande o suficiente para que eu saiba que ninguém irá lê-lo.

Por Constance, constantemente melancólica aos sábados

Filmes Para Relatar

Janeiro 24, 2012 § Deixe um comentário

Segue os trailers dos filmes que assisti nessas férias e um comentário bem pessoal a cerca de cada um deles:

J’ai Tué Ma Mère

A atuação das personagens principais (mãe e filho) é simplesmente excelente, foi um dos poucos filmes capaz de prender a minha atenção, até porque faço o tipo que se entendia facilmente, e com este filme, me senti bem inspirada se tratando de relações familiares, já que justamente esse filme trata da relação mãe – filho, relação essa que confesso ser bem delicada para mim.

Submarine

O filme me passou a sensação de ser numa visão geral, pouquíssimo admirável, mas que aos meus olhos adquirira uma certa magia ligada às coisas específicas. Específicas eu digo no sentido de: 1- O casaco vermelho da Jordana, que causava aos meus olhos admiração automática. 2- A narrativa e a personalidade do Oliver, inocente, puro e diferente na medida daquilo o que me é interessante. 3- O filme conta com praias desertas como cenário. 4- A trilha sonora. 5- O pai do Oliver me é fascinante. Enfim, existem um milhão de motivos específicos que faturam a minha mais profunda admiração para com esse filme.

The Aviator

É difícil falar deste filme e ainda assim soar natural, este filme fora, sem dúvidas uma das obras primas do Leonardo DiCaprio, a quem eu já admirava, mas que depois deste filme tornara-se meu ator favorito. E como se não bastasse, a trilha é magnífica, o figurino é impecável, e nem mesmo a fotografia deixa a desejar! Isso sem dizer o quanto o roteiro é fabuloso.

Total Eclipse

Mais um filme que me faz ter o DiCaprio como ator favorito. Neste ele interpreta fabulosamente o poeta Arthur Rimbaud, juntamente com David Thewlis no papel de Paul Verlaine. É claro que como sempre, mentiram e omitiram alguns detalhes ao que remete a vida dos dois poeta, mas o filme não me deixou de ser completamente fascinante.

Premonição

Não foi um filme surpreendente, mas o assisti com o meu pai e não existe nada que eu goste mais que assistir filmes com ele, eu não sei, tenho a sensação de que apenas nesses momentos nos tornamos íntimos de verdade, então o filme em si não faz muita diferença. Isso sem contar que, depois de Pretty Woman, Sandra Bullock não precisa impressionar muito mais.

Scarface

Tive a maldita sensação de “onde eu estive esse tempo todo que ainda não assisti esse filme?”. Quase chorei de tão empolgada com a cena final do filme, o que se compara com a minha emoção em cenas mais violentas de O Poderoso Chefão, mas essa comparação já é velha e por falar nisso não posso deixar de citar o qual irônico é ver Al Pacino dizer que detesta os “malditos mafiosos italianos”.

The Truman Show

É um filme bem emocionante, na medida que se espera com a atuação do Jim Carrey, mas devo assumir o quanto o final me abalou, o disparate dele para com a vida real depois de jogar toda a sua vida pelo lixo, pior, descobrir que toda a sua vida na verdade não aconteceu e de repente, passar a vivê-la. Procuro agora, menos indícios de que a minha vida possa ser falsa, o pavor de me deparar com a resposta me aflige demais pra isso.

Elvis – Paradise Hawaiian Style

Me dei de presente o box de musicais do Elvis Presley edição de aniversário e como se eu já não tivesse assistido a todos os filmes milhares de vezes, achei que simplesmente deveria incluir este aqui pela quantidade de vezes que o assisti. O Elvis é simplesmente fantástico, e como meu pai costuma dizer: foi o cara mais lindo que já existiu haha. Nisso eu devo concordar plenamente, está aí minha tatuagem que não me deixa mentir o fascínio.

The Great Dictator 

O assisti por recomendação da Vitoria e não preciso dizer o quão satisfatório me foi. Devo assumir que fiquei particularmente afetada em algumas cenas, cuja a eloquência simbólica fora muitíssimo bem representada. Gostei muito também do previsível final e da beleza como se encerrou. Mas não posso me esquecer que antes de tudo, estamos falando de Chaplin.

33 Detalhes Interessantes sobre ELVIS

Janeiro 1, 2012 § 1 Comentário

 Com ternura, segue lista com 33 fatos curiosos sobre o Rei do Rock.

1 – Elvis comprou seu primeiro violão por 7,75 dólares. Sua mãe, Gladys, ajudou a comprá-lo para seu aniversário de 11 anos.

2 – Obcecado por armas de fogo, Elvis tinha uma coleção de 40 armas, incluindo sub-metralhadoras.

3 – Seu desodorante favorito era Brut.

4 – Elvis era faixa preta em caratê. Foi apresentado às artes marciais enquanto estava no exército.

5 – Em 1955, a RCA contratou Elvis por US $ 40.000. Como a estrela tinha 20 anos (legalmente ainda menor de idade), foi seu pai, Vernon Presley, quem assinou na linha pontilhada.

6 – Pelo acordo firmado com a Hill and Range Publishing, a empresa de compositores teve que desistir de um terço de seus direitos em troca da glória de ter uma canção gravada pelo rei. Devido a isso, Elvis recebeu vários créditos de co-autoria falsos.

7 – Na verdade, Elvis gravou mais de 600 músicas sem escrever nenhuma delas.

8 – A partir do momento em que se conheceram até sua morte, Elvis sempre enviou uma sala cheia de flores para Ann-Margret, sempre que ela estreava um show em Las Vegas.

9 – Elvis comprou mais de 100 Cadillacs em sua vida, muitos comprados para presentear amigos e familiares. O primeiro Cadillac que ele comprou era rosa, e foi dado para sua mãe.

10 – O disco de estréia foi recorde de vendas de um iniciante, passando
dez semanas no número um em 1956.

11 – Elvis achava que os Beatles representavam o “anti-americanismo” por causa do discurso aberto quanto ao uso de drogas. Ele compartilhou esses pensamentos com o presidente Nixon em 1970.

12 – … Independentemente disso, Nixon deu a Elvis um crachá de agente especial do Departamento de Narcóticos e Drogas Perigosas.

13 – Em 18 de maio de 2006, Uri Geller comprou no eBay por $ 905,100 uma fazenda no estilo da residência de Elvis em Memphis.

14 – Graceland é a segunda casa mais visitada dos EUA. A primeira é a Casa Branca.

15 – … Graceland foi declarada Patrimônio Histórico Nacional em 2006.

16 – Depois de assistir a um show de Elvis, Liberace sugeriu que ele usasse trajes vistosos. Elvis levou o conselho a sério e começou a aparecer com casacos desportivos, joias de ouro e macacões brancos.

17 – O filme de estréia de Kurt Russell foi um papel não-creditado no musical Loiras, Morenas e Ruivas (It Happened at the World’s Fair, 1963). Seu personagem chutou a canela de Elvis.

18 – … Coincidentemente, Kurt Russell fez o papel de Elvis em três outros filmes: ele empresta sua voz a Elvis em Forrest Gump, apareceu como um imitador de Elvis em 3000 Milhas Para o Inferno (300 Miles to Graceland, 2001) e interpretou o próprio Rei em 1979. no filme para TV
Elvis.

19 – … esse telefilme foi dirigido por John carpenter. Em seu último filme, (Change Of Habit de 1969), Elvis interpretou um personagem chamado Dr. John Carpenter.

20 – Assim como James Dean, John Wayne, Clint Eastwood e Steve McQueen, Elvis adorava Marlon Brando. Infelizmente, não era correspondido. Brando reprovava o Rei. “Parece-me estranho que o nosso governo colocou o rosto de Elvis Presley em um selo postal depois que ele morreu de overdose de drogas. Seus fãs não mencionam isso porque não querem desistir de seus mitos. Ignoram o fato de que ele era viciado em drogas e afirmam que ele inventou o rock ‘n’ roll, quando na verdade ele o tomou da cultura negra, pois haviam cantado dessa forma muito antes dele aparecer, copiou-os e se tornou uma estrela.”

21 – Elvis colecionava estátuas de Vênus de Milo e Joana D’Arc.

22 – O tamanho dos sapatos de Elvis era 43.

23 – Em 1973, mais pessoas assistiram “Elvis: Aloha From Hawaii” que assistiram a Neil Armstrong pisar na lua.

24 – Após um show Wisconsin a diocese católica local escreveu ao diretor do FBI J. Edgar Hoover, advertindo que Elvis Presley “é um perigo definitivo para a segurança dos Estados Unidos … [Sua atitudes] e as propostas eram feitas para despertar as paixões sexuais dos jovens adolescentes”.

25 – O FBI tem mais um arquivo com mais de 600 páginas chamado Elvis.

26 – Entre 1957 e 1969, Elvis fez apenas duas aparições na televisão.

27 – O último filme que Elvis viu no cinema foi 007 O Espião Que Me Amava (The Spy Who Loved Me, 1977).

28 – Ainda no cinema, Elvis tentou obter uma cópia de Star Wars para mostrar a sua filha, Lisa Marie Presley, um dia antes de morrer.

29 – Elvis possuía um chimpanzé. Seu nome era Scatter.

30 – Elvis é o responsável pela melhor venda de um single no anos 50 (Dog/Don ‘t Be Cruel Hound de 1956) e 60 (It’s Now Or Never de 1960).

31 – Foi seu cabeleireiro quem o introduziu aos estudos de religião e misticismo, fornecendo-lhe os livros que o cantor lia vorazmente.

32 – Elvis memorizou cada linha do roteiro do filme Patton (1970).

33 – A última música que ele cantou em público foi Can’t Help Falling In Love.

Extraído do blog Cidadaoquem

Gato Preto – Edgar A. Poe – Filme

Outubro 2, 2011 § Deixe um comentário

O filme se baseia na obra do escritor, sendo interpretada por ele mesmo, e é interessante ver a forma como a história se desenrola misturando ficção com realidade a cerca da vida do autor, e mesmo que a interpretação fuja um pouco do escrito é muitíssimo interessante assisti-lo.

O link que disponibilizei contém a parte 1 do filme, para ver as demais basta clicar em “próximo” ao final do vídeo.

Where Am I?

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