Marina Podgaevskaya

Setembro 16, 2012 § Deixe um comentário

Joseba Eskubi

Setembro 10, 2012 § Deixe um comentário

Hipsters Ruin Everything

Maio 23, 2012 § Deixe um comentário

Para os dadás

Março 11, 2012 § 1 Comentário

Volúpias de Poeta

Fevereiro 21, 2012 § Deixe um comentário

Sinto faltar

o farfalhar

da quimera

na realidade

aquilo espera

à insalubridade

que por coragem

saúde e chantagem,

abandonei:

os vícios,

os pecados,

volúpias de poeta

não mais sonhei

Movida por uma onda Simbolista, venho me arriscando à escrever alguns poemas inspirados. Sei que os resultados são terríveis, definitivamente não tenho a menor habilidade com poesia, de qualquer forma, me achei no simples direito de tentar por vontade. Aqueles mais críticos dirão que o meu poema não é nenhum pouco simbolista, mas de maneira alguma quis alcançar tal êxito! Só acho bela a forma como buscam sonhos em vícios e se viciam pela busca, mesmo que frustrante que se faz toda arte. Viva o ópio, viva as bebidas, viva a insalubridade produtora das artes. Viva ao pecado e viva a tudo aquilo capaz de inspirar. Muito antes conhecer paraísos em quimeras, trazendo delas versos eternos, que viver a mercê da realidade vazia e efêmera. O final é igual para todos e o que determina a vantagem não é o tempo vivido, mas o que foi deixado enquanto se viveu.

Por Constance, constantemente voluptuosa

Imperturbável

Fevereiro 15, 2012 § 1 Comentário

Perturba a imensidão do intocável

Com seus louros e vivos glamoures

A dor é insólita, ainda assim genuína

A paz, inalcançável, se posta atrás de mim

E com a crépida imagem daquilo que jamais vi

Fujo aos sentidos das sensações imagináveis

Beijo os lábios da incerteza

Aprofundo-me na imaturidade das minhas concepções

E em passos vertiginosos, eu caminho diretamente sem rumo

Para as águas rasas e ímpias dos meus sonhos, minhas loucuras

Por Constance, constantemente perdida em si mesma

Nada neste mundo poderá nos separar

Fevereiro 3, 2012 § Deixe um comentário

-Querido, tenho tanto medo de perdê-lo…

-Meu bem, o mundo é grande, imenso, gigante… e temo em dizer que nele existam desgraças demais, todas elas determinadas a nos separar. Furacões, terremotos, febre, a avareza de seus pais e a falta de um título que tanto assola a minha família e não embeleza o meu nome. Ainda existe a tentação e a morte.

-Eu… eu, eu não posso acreditar que o mundo possa ser tão terrível para conosco.

-Não chore meu bem, não chore… suas lágrimas afundam-me em melancolia e só no que quero pensar é em felicidade à nossa união.

-Querido, não estamos unidos, não por ora…

-Não pense em união de forma apenas matrimonial, oras, o que há de representar a formalização de nossos sonhos? Nada mais se não estarmos juntos como estamos agora.

-Você me encanta, sinto-me tão feliz contigo! Sinto-me entorpecida de felicidade quando estou com você! Oh, se pudéssemos ficar juntos, como agora, para sempre!

-Lhe prometo, juro! E isso se trata de nós, que nada neste mundo deverá nos separar. Nada, em absoluto, dou-lhe minha palavra: nada neste mundo conseguirá nos separar!

-Me beije, querido, você é tudo o que eu preciso!

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