Hjartað Hamast

Outubro 14, 2013 § Deixe um comentário

O coração golpeia,
Como sempre, mas desta vez
Fora do ritmo com o tempo
Perdido e esquecido em casa
Prestes a explodir pelo nariz
Volto-me ao suor das cobertas
Observo a ferrugem que cresce em mim
Que come lá embaixo da concha
Eu paro em pé, tonto / atordoado
Eu me esfarelo
Ando em círculos
Ando após mim mesmo
Tiro toda minha roupa
E completamente nu
Acordado mas posto para dormir
Eu não durmo nem o mínimo

 

Refrão:
Eu falo alto e viajo por dentro de mim mesmo
Vasculhando procurando por vida por um instante que seja
Fico parado em meu lugar
Com a esperança como amiga e ganho um tempo
Procuro por um começo perfeito
Mas ele se torna um desapontamento

 

O coração pára
Não se mexe
Eu insiro um marcapasso (que engulo e escondo)
Encontro um cabo de ligar (e me ligo)
Vejo tudo dobrado (duplo escuro)
Falha do sistema (o cérebro recusa)
Continuo a procurar (…)
Incontrolável (informação)
Eu tenho que alimentar (me alimentar)
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