Vale a pena ouvir

Março 24, 2013 § 1 Comentário

Só pra dar um pouco de colorido e animação nesse bloguezinho cinzento. Beck Hansen é a única coisa que eu tenho ouvido nesses último dias e ao vivo ele é ainda melhor.

Pra pouco…

Março 22, 2013 § 1 Comentário

Eu estou me apegando a desgraça.
Não acredito que isto seja absolutamente verdade, mas a composição em frase tem lá seu valor estético.
Eu estou negligenciando a desgraça pra conviver mais próxima dela sem me afetar.
Isto eu acredito que seja absolutamente uma verdade.

Quanto mais negligentes nos tornamos para com os valores atribuídos as nossas desgraças, mais facilmente lidamos com elas. Cheguei a um ponto em que posso muito facilmente abrir mão só pra não me dar ao trabalho e isso não é em todo uma coisa ruim, nem desconfortável, somente passiva, passiva de uma forma que você não se atreve a chamar de tediante, você deixa que qualquer tipo de coisa lhe aconteça intensamente e simplesmente não se dá ao trabalho de se preocupar.

É assim que eu aprendi a me sentir com relação às coisas que me feriam e que o meu desespero só tratava de fazer intensificar.

Ainda uso esse artifício por que me é muito importante pra escrever, sem pudor, eu posso me dar ao luxo de não me importar com valores para simplesmente escrever sobre qualquer coisa seja por uma devassidão estética ou devassidão humana.

 

É um período de transição, mas eu estou confortável.

existência bruta,

Ressurreição

Março 18, 2013 § 1 Comentário

Como havia prometido, na estabilidade doméstica da minha recente mudança, eu voltaria a escrever e a pertencer a este blog muito mais do que me fiz parecer nos últimos meses. Estou muito contente em voltar permanentemente com ele, eu mesma sentia falta de manifestar aqui as minhas opressões.
E agora, estabelecidamente viva, caso não haja nenhum imprevisto, volto com suspiros contínuos, batimentos regulares e boa circulação.
É uma ressurreição gloriosa, transbordando boas referencias e um estado de espirito revigorado pra bem e pra mal. As costas me doem um pouco e os dedos ainda teimam em se perder pelo teclado, mas é mera questão de readaptação para com os pequenos detalhes.

Por Constance, constantemente perdida

Where Am I?

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