Constance numa noite morna

Setembro 4, 2012 § 3 comentários

Estou com saudades de mim mesma. Aproveito essa escrita lenta e silenciosa para me abraçar nesta noite morna. Danço mentalmente. Passos lentos. Pés descalços. Ninguém. No eu mesmo, a sublime solidão que me é essencialmente bela. A desestruturação do eu para com todas as outras partes. Mais uma vez me abraço nessa noite morna. “Senti tanto a sua falta”. – eu digo, melancólica, para mim mesma. Com a certeza de que estarei sempre aqui quando precisar, me despido e volto para as minhas necessidades exteriores. Saudades também de outros. Beijo meus lábios, essenciais, são todos aqueles que eu desejar. Sem “mim” não há o contato com todo o resto. Eu sou a fonte dos meus desejos a e ligação entre eles. Me senti completa. Ainda mais uma vez me abraço nessa noite morna.

Por Constance, constantemente em si e para si

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