O Baque – II

Junho 14, 2012 § Deixe um comentário

O fim tem de ser, obrigatoriamente, fatal. A tristeza tem de abater, a melancolia tem de envolver, fazendo com que a mente trabalhe interminavelmente. Para que isso ocorra, os casais sempre tratam de convenientemente traçar sonhos que nunca se realizarão, planos para um futuro que nunca chegará, expectativas que nunca serão excedidas. Tudo para que, nos dias que seguem ao término de um relacionamento, a cabeça do indivíduo tenha o que trabalhar suficientemente para que a tristeza o envolva em uma proporção relativa aos planos não realizados, o corte de ilusão, o baque.

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