A FILOSOFIA DA VIAGEM NO TEMPO – ROBERTA SPARROW

Maio 8, 2012 § 24 comentários

Prefácio

Eu gostaria de agradecer às irmãs da Capela São João em Alexandria, Virgínia, pelo seu apoio em minha decisão.
Pela graça de Deus, elas são:

Irmã Eleance Lewis
Irmã Francesca Godard
Irmã Helen Davis
Irmã Catherine Arnold
Irmã Mary Lee Pond
Irmã Virginia Wessex

O intento deste pequeno livro é ser usado como um guia simples e direto em uma hora de grande perigo.
Eu rezo para que seja apenas uma obra de ficção.
Se não for, então eu rezo por você, leitor deste livro.
Se eu ainda estiver viva quando os eventos preditos nestas páginas ocorrerem, eu espero que você me encontre antes que seja tarde demais.

Roberta Ann Sparrow
Outubro, 1944

Capítulo 01 – O UNIVERSO TANGENTE

O Universo Primário tem tendência a grandes perigos. Guerra, praga, fome e desastres naturais são comuns. A morte chega para todos nós.
A Quarta Dimensão do Tempo é uma construção estável, mas não impenetrável.
Acidentes quando o tecido da quarta dimensão é corroído são incrivelmente raros.
Se um Universo Tangente ocorrer, ele será altamente instável, não se sustentando por mais que algumas semanas.
Eventualmente ele entrará em colapso, formando, dentro do Universo Primário, um buraco negro capaz de destruir toda a existência.

Capítulo 02 – ÁGUA E METAL

Água e Metal são elementos-chave da Viagem no Tempo.
Água é o elemento usado como barreira nas construções de Portais do Tempo, usados como portões entre Universos no Vórtice Tangente.
Metal é o elemento transicional para a construção dos Artefatos.

Capítulo 04 – OS ARTEFATOS E OS SERES VIVOS

Quando um Universo Tangente ocorre, os seres vivos mais próximos ao Vórtice vão se encontrar no epicentro de um mundo novo e perigoso.
Artefatos fornecem o primeiro sinal de que um Universo Tangente ocorreu.
Se um Artefato ocorre, os Seres Vivos vão recebê-lo com grande interesse e curiosidade. Artefatos são formados de metal, assim como flechas de uma antiga civilização Maia, ou uma espada de metal da Europa Medieval.
Artefatos que retornam ao Universo Primário são normalmente ligados à iconografia religiosa, uma vez que sua aparição na Terra aparentemente desafia a lógica.
Intervenção divina é considerada a única conclusão lógica para a aparição do Artefato.

Capítulo 06 – O RECEPTOR VIVO

O Receptor Vivo é escolhido para guiar o Artefato em questão por sua jornada de volta ao Universo Primário.
Ninguém sabe como ou por que um Receptor é escolhido.
O Receptor Vivo é normalmente abençoado com poderes da Quarta Dimensão. Estes incluem força, telecinese, controle mental e a habilidade de conjurar água e fogo.
O Receptor Vivo é normalmente atormentado por sonhos terríveis, visões e alucinações auditivas durante o tempo dentro do Universo Tangente.
Aqueles que cercam o Receptor Vivo, conhecidos como Manipulados, vão temê-lo e tentar destruí-lo.

Capítulo 07 – OS MANIPULADOS VIVOS

Os Manipulados Vivos são, normalmente, amigos próximos e vizinhos do Receptor Vivo.
Eles estão inclinados a um comportamento irracional, bizarro e, às vezes, violento. É este o infeliz resultado de sua missão, que é ajudar o Receptor Vivo a retornar o Artefato ao Universo Primário.
Os Manipulados Vivos farão qualquer coisa para se salvar do Esquecimento.

Capítulo 10 – OS MANIPULADOS MORTOS

Os Manipulados Mortos são mais poderosos que o Receptor Vivo. Se a pessoa morre dentro da Dimensão Tangente, eles podem contatar o Receptor Vivo através do Constructo da Quarta Dimensão. Este Constructo é feito de Água.
Os Manipulados Mortos vão manipular o Receptor Vivo usando o Constructo da Quarta Dimensão (ver os Apêndices A e B).
Os Manipulados Mortos vão, às vezes, definir uma Armadilha de Segurança para o Receptor Vivo, assim eles se assegurarão que o Artefato retornará em segurança ao Universo Primário.
Se a Armadilha de Segurança for bem sucedida, o Receptor Vivo é deixado sem escolhas, a não ser usar seus poderes da Quarta Dimensão para enviar o Artefato de volta no tempo até o Universo Primário antes que o Buraco Negro chegue.

Capítulo 12 – SONHOS

Quando os Manipulados acordam de sua Jornada no Universo Tangente, eles são, muitas vezes, assombrados por sua experiência em seus sonhos. Muitos deles nem se lembram.
Aqueles que conseguem se lembrar da Viagem são, geralmente, assaltados por um profundo remorso recorrente do arrependimento de suas ações enterradas em seus Sonhos, a única evidência física enterrada no próprio Artefato. Tudo o que resta do mundo perdido.
Mitos antigos nos contam de um guerreiro Maia que foi morto por uma flecha saída de um penhasco onde não havia nenhum exército ou inimigo para ser encontrado.
Ouvimos falar também do cavaleiro medieval que foi misteriosamente empalado pela espada que não havia forjado.
O que nos dizem é que essas coisas ocorrem por uma razão.

APÊNDICES A E B

NOTAS

Receptor Vivo:

. Donald [Donnie] Darko (morreu no dia 2 de Outubro de 1988)

Manipulados Mortos:

. Frank Anderson
. Gretchen Ross (não é seu verdadeiro nome)

Manipulados Vivos:

. Edmund Darko
. Rose Darko
. Elizabeth Darko
. Samantha Darko
. Katherine Farmer
. Elisabet
h Farmer
. Jim Cunningham (morreu em Outubro de 1988)
. Kenneth Monnitoff
. Karen Pomeroy
. Garry Cole
. Cherita Chen
. Seth Devlin
. Ricky Danforth
. Joanie James
. Susan Bates
. Sean Smith
. Leroy Jones
. Michael Carier
. Linda Connie
. Roberta Sparrow

Anúncios

§ 24 Responses to A FILOSOFIA DA VIAGEM NO TEMPO – ROBERTA SPARROW

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

What’s this?

You are currently reading A FILOSOFIA DA VIAGEM NO TEMPO – ROBERTA SPARROW at Old Consciousness.

meta

%d bloggers like this: