Minhas palavras à lembrança

Janeiro 1, 2012 § Deixe um comentário

Prometam-me uma só vez não me deixarem cair em mar de esquecimento. A vida é curta demais e para ela só o que faço é exprimir minha arte, ou ao menos, aquilo que acredito ser arte de mim pelo meu próprio ponto de vista. Não espero que tais palavras sejam aclamadas, ou muito menos admiradas, só o que espero que não sejam esquecidas.

Por Constance, constantemente paranoica e existencialista.

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