À Um Sujeito Que ReConheci

Setembro 25, 2011 § Deixe um comentário

Não, eu não tinha nada de melhor para fazer, e lá fora o clima estava horrível com um sol que queimava meus olhos e minha tatuagem tão recente e tão bela. Tomada desse pensamento, entrei. Não fosse por meus cabelos cacheados e louros sebosos, julgava que jamais pudesse me reconhecer. Toquei no assunto já que não o vi notar a minha presença. Comentou sobre a tatuagem, mas era demasiada recente para que fizesse parte da lembrança que ele falsamente possuía. Respondi meio sem graça, mas após a identificação, ele de fato me reconheceu (o que, tenho de assumir e só o assumo porque mesmo que o tenha passado o endereço do site pelo qual facilmente possa encontrar este escrito, eu mesma não acredito que o encontrará) que fiquei muitíssimo alegre que me tenha lembrado e principalmente a sua sincera e tão bela maneira atenciosa. Ele falou-me de assuntos interessantes e também bobagens! – Que agradável que é esse tipo de gente! – Falou-me pouco e disse-me muito, prometeu-me ler alguns dos meus escritos, o que, como eu já disse, acredito que não o faça. Como eu, que lhe prometi ver suas obras e ainda não o fiz, mas isso apenas porque guardei o papel marcado, não sei onde, aqui ou lá, ah, mas está longe para pegar!

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