Um sopro sorriso

Setembro 1, 2011 § Deixe um comentário

Clarice sorriu tímida, olhava para os lados para evitar os olhos de Eduardo. Dançou mais um pouco, levando as mãos ao ar, cantarolou o “lá lá lá” que o enlouqueceu. Ela se afastou mais um pouco, não o vendo, apenas sentindo-o se aproximar. Como um vento morno de verão, a brisa mescla com o cheiro doce de um amor ameno de uma pequena e seu querido. Ela se afastava, ele, sorrateiro, a beijava.

-Vem aqui… venha cá… um beijo seu.

Ela sempre sorria, se afastava e esperava que ele a chamasse de volta. Eduardo pegou em seu braço, virou-a e a garrafa em suas mãos. As estrelas da rua pareciam mais bonitas, o calor que abraçava tocava a pele dos dois porque ambos se tocavam.

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