Nayara, a cética

Junho 9, 2011 § Deixe um comentário

Já imaginou algo do qual jamais sentiria falta? Algo que, por mais tempo que passasse distante, não faria diferença, jamais sentiria saudades… E era assim que eu via uma grande parte do mundo… E quando me deparo com a distanciação dessas mesmas coisas, entro em desespero. Eu simplesmente preciso de algo para odiar, por que desprezar todas as coisas é cansativo e até doloroso. Viver sem expectativas e perspectivas. A maior surpresa foi, quando hipoteticamente eu tocava no assunto com sincero desleixo, via um “eu” muito tranquilo. Agora a situação é real e caem as cortinas do palco, sim, meu querido já havia me dito, “A vida é uma peça, mas os papéis foram mal distribuídos” eu não sei como reagir e olhe, tem lágrimas nos meus olhos. É terrível, mas é verdade.

E eu ignorei com medo de saber da perca e senti-la. Então apenas atrasei o final e me deparei com uma mudança drástica e irreversível.  Agora eu já nem sei mais o que fazer. É uma sensação agradável, oh, é uma novidade e tanto afinal! No entanto é uma novidade triste e em breve só mais um item para lista que me torna mais cética.

Por Constance, constantemente cética

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