Madrugada

Junho 5, 2011 § Deixe um comentário

Estou dolorida, em todo o meu corpo germina agonia.

Estou sozinha, mais uma vez me perguntando por que.

Estou cética, procurando motivos por algum sentimento.

Estou fraca, com excesso de sonolência e pensamentos.

Estou cansada, por que ter que lidar com excesso de pensamentos envolto em sonolência é fatal.

Estou preocupada, não posso dormir sem escrever ou tudo se esvaia pela manhã.

Estou complexada, um pintor me disse algo  sobre noite e dia compartilharem o tempo, mas não me lembro o que… esta seria a minha essência?

Estou com medo de normalizar, entregar-me as águas fundas e fétidas do contemporâneo.

Estaria eu, deixando minha insegura vida enlouquecida?

Por agora, quais são, então, minhas reais necessidades?

De que sinto falta?

De quem?

Quem eu sou, se não quero ser um estereótipo, se não quero fugir mas tenho horror!?

A quem posso me chamar de normal quando no distúrbio interrúpto  da minha própria essência não faço ideia de quem sou?

por Constance, constantemente um milhão de coisas

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